A CHINA E AS OLIMPÍADAS A mídia em geral tem mostrado a preparação da China para os jogos olímpicos na cidade de Pequim. Porem o que a maioria das reportagens não mostra é que por trás de todo este “espetáculo”, se esconde uma retaliação a liberdade de imprensa (jornalistas são presos ao tentar mostrar a verdade sobre a verdadeira China). Enquanto a economia chinesa vai muito bem obrigada, se preparando para ser uma potencia mundial e assustando os Estados Unidos, a política do governo é manter com “mão de ferro” o povo as custas da negação da liberdade, censurando internet e escondendo do resto do mundo a forma como obtém suas conquistas. Dá uma sacada na "brincadeira" (que não tem nada de engraçado) mostrando como foi feito o logotipo das olimpiadas de Beijing2008: Abaixo uma relação de sites e blogs que exploram melhor este assunto: http://www.meiobit.com/seguranca/j-comecou-mao-china-vai-censurar-internet-durante-olimpia...
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Ia indo estrada a fora... acendendo velas vendo favelas onde brilhavam(...) As cidades se expandem os pobres se explodem contra o fogo cruzado do sistema contra ele mesmo!!* ... Espaços urbanos, Espaços urbanos perdidos na imensidão da metrópole Espaços possuem significados Espaços são (re)significados... ... O concreto pele da (des)ordem citadina Tribos juvenis se expandem na imensidão da Metrópole. Pichadores e Graffiteiros: Cultura Juvenis contemporâneas Graffitis e pichações: Tatuagem na pele urbana Palavras-chaves no espaço pós-moderno!!!
A ARTE E A QUEBRA DO COTIDIANO *Eloenes lima da Silva Dezenas, centenas, milhares, transitam na metrópole, imbuídos de organizar o caos em que sobre (vivem). Preocupados que estão em resolver questões materiais, e em gozar mais e mais, buscam uma existência onde somente admitem-se padrões pré-estabelecidos de compreensão. Encontrando-se “extáticos” nas metrópoles, tornam-se dependentes de uma cultura pré-fabricada pronta e acabada, recheadas de estereótipos e, que na maioria das vezes já vem com manual de instruções. Dessa maneira a sensibilidade e os sentidos, principais ativadores da inspiração e da transpiração vão anulando-se cada vez mais. Diante da estética (aqui entendida apenas como o modelo fabricado do belo), da matéria e do orgânico (apenas corpo pelo corpo) encurtam-se os espaços para todas as possibilidades do sentir. Nas sociedades industriais pós-modernas alguns sentidos aguçam-se e outros vão anulando-se: enquanto o “ver” (não confundir com o enxergar) tornou-se element...



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